Fair Play Financeiro: contas de clubes começam a ser monitoradas pela CBF

Atualizado: 11/11/2025, 18:44
Imagem mostra reunião da CBF, com dirigentes sentados lado a lado e Samir Xaud, presidente, centralizado

O modelo de Fair Play Financeiro, elaborado pela CBF, já conta com algumas medidas definidas em seu esboço final. A confederação começará a monitorar as contas dos clubes e fiscalizar possíveis calotes de dívidas já em 2026.

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De acordo com o portal "Uol", a entidade já elaborou as medidas para a fiscalização e o combate aos calotes entre os clubes brasileiros, além do monitoramento das contas das equipes. Vale lembrar que ainda serão debatidos possíveis ajustes antes da implementação do FPF.

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Como as dívidas serão penalizadas no Fair Play Financeiro da CBF?

No Fair Play Financeiro, as dívidas contraídas a partir de 2026 serão verificadas a partir de janeiro do ano seguinte, com três checagens: em março, julho e novembro. Caso um clube esteja inadimplente, ficará sujeito a penalidades.

Débitos realizados antes de 2026 serão fiscalizados a partir de novembro de 2027. Com isso, as diretorias dos clubes terão quase um ano inteiro para reestruturar suas finanças, a fim de evitar a inadimplência.

Clubes deficitários serão punidos a partir de 2028

A partir de 2026, a CBF passará a fiscalizar as contas dos clubes brasileiros. Dependendo dos resultados dos índices financeiros, as equipes poderão sofrer punições já em 2028.

Os times precisarão manter déficit zero ou superávit, exceto em gastos com infraestrutura, base e futebol feminino. Já os clubes em Recuperação Judicial terão restrições e deverão manter a folha salarial igual à do período anterior ao processo por três meses - além de gerar lucro na janela de transferências

SAFs como Bahia e Red Bull Bragantino, não terão limites para aportes de investidores. Com tais medidas, a CBF, na figura do presidente Samir Xaud, busca implementar um modelo de Fair Play Financeiro que torne os clubes autossustentáveis e que evite o desequilíbrio entre um time endividado - que contrata diversos jogadores - e outro com salários em dia.

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Caio Rezende
Autor
Carioca, 22 anos, estudante de Jornalismo na Universidade Estácio de Sá e estagiário do MundoBola. Apaixonado por esporte e pela arte de contar histórias que inspiram.