Pintou o artilheiro? Pedro engata sequência letal com Jardim e reafirma faro de gol

Se existia alguma dúvida sobre quem é o homem-gol do Flamengo para o restante da temporada de 2026, os últimos dois jogos trataram de colocar um ponto final na discussão. A chegada do técnico Leonardo Jardim funcionou como um verdadeiro choque de energia para Pedro, que reassumiu a titularidade, embalou no Campeonato Brasileiro e voltou a ser o pesadelo das defesas adversárias.
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A vitória maiúscula por 3 a 0 sobre o Botafogo, em pleno Engenhão, foi o palco perfeito para o camisa 9 reafirmar que o seu instinto matador está mais afiado do que nunca.
O efeito Leonardo Jardim
Nas semanas que antecederam a mudança na comissão técnica, Pedro vinha sofrendo com a falta de sequência. Amargando o banco de reservas e com poucos minutos em campo, o centroavante via o seu ritmo de jogo despencar. No entanto, a filosofia europeia implementada por Leonardo Jardim devolveu o protagonismo ao atacante.
O treinador português identificou rapidamente que o esquema tático do Mengão precisava de um finalizador nato, de um jogador capaz de prender a bola na frente e abrir espaços. A aposta foi imediata, e a recompensa veio na mesma velocidade.
A sequência que empolga a Nação
O artilheiro não decepcionou quem confiou no seu talento. Pelo contrário, chamou a responsabilidade e guardou a bola no fundo da rede nos dois grandes testes sob a nova direção:
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A retomada da confiança: Contra o Cruzeiro, no meio de semana, Pedro mostrou oportunismo e frieza para deixar a sua marca na vitória por 2 a 0, tirando um peso das costas.
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A confirmação no clássico: Já neste sábado, no salão de festas do Engenhão, o camisa 9 voltou a ser letal. Com inteligência para se posicionar e se desvencilhar da marcação desesperada do rival, ele deixou o dele no incontestável 3 a 0.
Agora, com 8 gols marcados em 14 partidas no ano, Pedro se isola ainda mais como o principal artilheiro do elenco rubro-negro. Com o time voando fisicamente e o meio-campo municiando o ataque com qualidade, a Nação já sabe: é só a bola chegar na área que a reverência é garantida.













