Filipe Luís reconhece Flamengo mais perto da derrota e elogia comportamento da torcida no Maracanã

Atualizado: 04/02/2026, 22:19
Filipe Luís concede coletiva após Flamengo x Internacional.

Filipe Luís concedeu entrevista após o empate do Flamengo com o Internacional, nesta quarta-feira (4), pela segunda rodada do Brasileirão. O treinador reconheceu a atuação ruim, falou sobre a parte física ainda longe do ideal e exaltou a postura da torcida durante o jogo. 

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Apesar do domínio da posse de bola, o Fla não impôs volume de chances ao gol adversário e ficou exposto a contra-ataques. Filipe aponta que a partida evidenciou a falta de condição física dos atletas, que estão errando o tempo de jogadas ofensivas e defensivas, o que gerou mais espaço ao rival. 

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"Reconhecer o jogo ruim, me lembrou o jogo contra o Táchira, pela Libertadores. Esse ida e volta, pressões a destempo. Ficou evidente que falta um pouco da parte física. Como não estão bem fisicamente, estão chegando tarde, pressão atrasada, bola escapa do pé. Isso também liga com a parte mental. Cansa mais, pensa pior e toma decisões erradas", disse, antes de completar: 

"Pelo que eu conheço deles, ainda vai levar um pouquinho (de tempo), mas a gente vai voltar. Não tenho dúvida que estamos no caminho, os jogadores estão melhorando o físico com os jogos. Tenho certeza que a pressão vai encaixar, a linha subirá junto, tudo estará em um timing melhor. Hoje eu vi meu time muito exposto, a ponto de dizer que estivemos mais perto da derrota do que da vitória."

A atuação ruim resultou em protestos e vaias da torcida após o apito final, mas Filipe Luís fez questão de elogiar a torcida. Ele afirma que os rubro-negros têm direito a reclamar após o jogo, mas apoiaram durante todos os 90 minutos, especialmente quando o Internacional estava melhor no confronto. 

"Me sinto bem na pressão. Eu amo tanto o que eu faço, que desfruto esses momentos. Me fazem pensar, não durmo, fico horas e horas atrás de soluções. Sobre a resposta no campo, que não veio, mas o apoio da torcida veio Nos momentos que a equipe estava pior, era quando eu mais escutava a torcida. Depois? O jogo foi ruim empatamos, e eles têm todo o direito do mundo de cobrar uma performance melhor. "

 

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Matheus Celani
Autor
Jornalista graduado no Centro Universitário IBMR, 23 anos, natural do Rio de Janeiro. Amante da escrita e um completo apaixonado pr futebol, vôlei e esportes olímpicos.